Que haverá com a lua que sempre que a gente a olha é com o súbito espanto da primeira vez? (Mário Quintana)
- Nossa que lua linda!
Amiga olha, balança a cabeça e diz como se tivesse olhado para uma paisagem qualquer:
- Você vai sair hoje?
-*-*-
Sabe... Não consigo ser assim.
A lua estava de tal forma disposta no céu com toda sua majestade, sua beleza, que parecia nos dizer, com toda sua calma, o seguinte questionamento:
- Como "umas coisinhas" dessas conseguem achar que são tão importantes se eu, com toda minha beleza, permito que pequenos pontos de luzes brilhem junto comigo, deixando esse céu perfeitamente iluminado?
Ao mesmo tempo que ouvia os questionamentos da lua e tentava refletir como poderia respondê-la, uma mulher dançava na rua, despreocupada, um pagodão ou sei lá o q era aquilo, sem se importar com mais nada. Apenas com sua felicidade. O que acabava gerando risos de todos ao redor.
Quer saber?
Vou ser sincera.
Gostei.
Dei maior valor a essa atitude dela.
Eu percebia que pessoas riam daquela loira que dançava, rebolava, no meio da rua, bebendo uma bebida quente, provavelmente embreagada... Mas sabe? Ela certa. Ela estava no mundo dela, curtindo a felicidade dela... Ela estava sendo ela mesma, sem se preocupar em se encaixar no que a sociedade cobra da gente. Estava feliz. Feliz.
Enquanto muitos que seguem tudo que é dito, aquela vida pré-meditada, traçada, planejada... E que, por dentro, deixa seu "eu" adormecido, aprisionado... Do que adianta???
Nós nascemos apenas uma vez em cada vida... Porque não tentar ser nós mesmos? Soltar esse bichinho de dentro da gente?
Como disse Bob Marley: "Vcs riem de mim por eu ser diferente, eu rio de vcs por serem todos iguais".
Então hoje, ao sair da academia, fiquei olhando para essa combinação perfeita: a lua, perfeitamente disposta no céu, banhando a terra com sua delicadeza e sensualidade, enquanto uma loira dançava e rebolava ao som de um pagodão de baixa qualidade, sendo feliz. Ignorando todos e deixando seu "eu" interior aflorar pelos poros do seu corpo.
Sinceramente...
Achei essa combinação perfeita.
Amiga olha, balança a cabeça e diz como se tivesse olhado para uma paisagem qualquer:
- Você vai sair hoje?
-*-*-
Sabe... Não consigo ser assim.
A lua estava de tal forma disposta no céu com toda sua majestade, sua beleza, que parecia nos dizer, com toda sua calma, o seguinte questionamento:
- Como "umas coisinhas" dessas conseguem achar que são tão importantes se eu, com toda minha beleza, permito que pequenos pontos de luzes brilhem junto comigo, deixando esse céu perfeitamente iluminado?
Ao mesmo tempo que ouvia os questionamentos da lua e tentava refletir como poderia respondê-la, uma mulher dançava na rua, despreocupada, um pagodão ou sei lá o q era aquilo, sem se importar com mais nada. Apenas com sua felicidade. O que acabava gerando risos de todos ao redor.
Quer saber?
Vou ser sincera.
Gostei.
Dei maior valor a essa atitude dela.
Eu percebia que pessoas riam daquela loira que dançava, rebolava, no meio da rua, bebendo uma bebida quente, provavelmente embreagada... Mas sabe? Ela certa. Ela estava no mundo dela, curtindo a felicidade dela... Ela estava sendo ela mesma, sem se preocupar em se encaixar no que a sociedade cobra da gente. Estava feliz. Feliz.
Enquanto muitos que seguem tudo que é dito, aquela vida pré-meditada, traçada, planejada... E que, por dentro, deixa seu "eu" adormecido, aprisionado... Do que adianta???
Nós nascemos apenas uma vez em cada vida... Porque não tentar ser nós mesmos? Soltar esse bichinho de dentro da gente?
Como disse Bob Marley: "Vcs riem de mim por eu ser diferente, eu rio de vcs por serem todos iguais".
Então hoje, ao sair da academia, fiquei olhando para essa combinação perfeita: a lua, perfeitamente disposta no céu, banhando a terra com sua delicadeza e sensualidade, enquanto uma loira dançava e rebolava ao som de um pagodão de baixa qualidade, sendo feliz. Ignorando todos e deixando seu "eu" interior aflorar pelos poros do seu corpo.
Sinceramente...
Achei essa combinação perfeita.
Comentários
Postar um comentário